O QUE FAZEMOS

Medir o carbono é uma etapa. Fazer a conservação permanecer é o nosso trabalho

PERMANÊNCIA

O valor climático do território depende do que acontece depois da medição.

Não basta conhecer quanto carbono existe hoje. É preciso acompanhar o território, reconhecer mudanças, responder a riscos e voltar a medir.

Por isso, o projeto Aragwá foi estruturado em um ciclo de 10 anos, com gestão e monitoramento contínuos e etapas de recertificação. Nessas etapas, inventário florestal, carbono no solo, fauna e demais indicadores são novamente avaliados.

10
anos
Ciclo do projeto
5º e 10º
anos
Recertificações previstas
Contínuo
Gestão, monitoramento e controle de riscos
AO LONGO DO TEMPO

Uma medição mostra o território hoje. O acompanhamento mostra o que acontece depois

Ao longo dos dez anos do projeto, o território será mantido sob acompanhamento contínuo, combinando presença em campo, câmeras, imagens de satélite e referências georreferenciadas.

Essas informações permitem acompanhar mudanças na área, identificar situações que exigem atenção e orientar as ações de proteção e manejo ao longo do projeto.

O acompanhamento conecta a medição de hoje às próximas avaliações do projeto

PRESENÇA EM CAMPO

Acompanhamento presencial das condições do território

MONITORAMENTO REMOTO

Câmeras e imagens de satélite complementam a observação da área

REFERÊNCIAS PERMANENTES

Marcos georreferenciados e identificação das árvores permitem revisitar os mesmos pontos ao longo do projeto.

GESTÃO DE RISCOS

A floresta não está isolada do que acontece ao redor dela

Fogo, caça e pesca ilegais estão entre os riscos identificados para o território. Em vez de tratá-los como eventualidades, o projeto incorpora sua prevenção, identificação e resposta ao planejamento de longo prazo.

Estão previstas ações de Manejo Integrado do Fogo, monitoramento de acessos, patrulhamento, identificação de atividades ilegais e acionamento de brigadistas, Naturatins e demais autoridades competentes quando necessário.

RELAÇÃO COM O ENTORNO

Parte da proteção já acontece antes mesmo do projeto chegar

A comunidade de pescadores de Araguacema já mantém uma relação direta com a conservação do Rio Caiapó.

Seus integrantes atuam no acompanhamento do rio e no combate a práticas de pesca não autorizadas. Segundo os próprios pescadores, essa presença também ajuda a perceber incêndios e outras atividades ilegais na região.

O projeto Aragwá parte dessa realidade para construir sua relação com pescadores, moradores do entorno, Prefeitura de Araguacema e Naturatins, apoiando ações socioambientais e mantendo canais de articulação ao longo do projeto.

Proteger um território também significa reconhecer quem vive e cuida dele.
VALOR PARA O TERRITÓRIO

A floresta ganha novos aliados quando conservar também cria possibilidades

Educação ambiental, valorização do conhecimento local, pesca esportiva responsável e ecoturismo estão entre os caminhos previstos para aproximar conservação e oportunidades para Araguacema.

A biodiversidade também abre outras possibilidades. Com 214 espécies de aves identificadas, incluindo endemismos e espécies de distribuição restrita, o território reúne atributos relevantes para atividades como observação e fotografia de aves.

OBSERVAÇÃO DE AVES

Espécies como o chororó-de-goiás e o cardeal-do-Araguaia podem transformar biodiversidade em motivo para conhecer o território e, potencialmente, em mais uma razão econômica e cultural para conservá-lo.

CONHECIMENTO QUE CIRCULA

Conservar também depende de entender por que este lugar importa

Ao longo dos dez anos, o projeto prevê ações educativas e informativas sobre a floresta, rios, biodiversidade, riscos ambientais e práticas de conservação.

O trabalho inclui comunidade, pescadores, vizinhos, poder público e visitantes, com materiais e atividades em diferentes formatos e uma meta de alcançar 2.000 pessoas.

CONHEÇA O CHIQUINHO

O jacaré-açu que vive próximo à foz do Caiapó e interage com pescadores locais e que inspirou nosso mascote nas ações de educação ambiental.
Mais do que um personagem, ele aproxima uma espécie real do território das conversas sobre biodiversidade, rios e conservação, especialmente com crianças e jovens.

DO TERRITÓRIO AO CRÉDITO

É esse trabalho contínuo que existe por trás do carbono mensurado

Proteção territorial, gestão de riscos, monitoramento, recertificação e relação com a comunidade fazem parte do trabalho necessário para que a conservação possa ser acompanhada ao longo do tempo.

Agora, veja como esse trabalho se conecta à mensuração, à certificação e aos créditos do Aragwá.

Entenda os créditos de carbono